Cantai ao som da harpa!

Cantai ao som da harpa!

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Nós estávamos gravando o programa na véspera de Espírito Santo. Tudo dentro do normal. 

O Sérgio chegou com a esposa, depois veio o Reginato e logo começamos a nos preparar para efetuar a gravação, sem muitas delongas, já que o frio começava a apertar e cada um tinha seus afazeres naquele final de tarde do sábado.

Eu estava preocupado com o que gravaríamos, pois conhecia muito pouco do que seria falado, já que participo das atividades da comunidade, mas não pertenço ao grupo de música. Eles são competentes no que fazem e tudo acontece no momento certo, não vejo as dificuldades, as necessidades que possam existir. Como leigo no terreno musical, pouco posso imaginar do que ocorre por trás daqueles grupos que animam nossas celebrações.

Eles estão lá, sempre que ocorre uma celebração. Tão constantes; sempre com as músicas para as situações que são exigidas pela liturgia; arrumados, prontos para animar, conduzir, cantar louvores, reflexões…

Claro que por detrás deles há alguma organização, isso é óbvio. Uma organização que está se aperfeiçoando e eu nem notava isso. Sabia de minha satisfação. Sabia de eventos que eram anunciados. Sabia da Cantata. Sabia do coral. E participava das celebrações, animado pelos grupos que apareciam, como por encanto, em todas as celebrações, como sempre aconteceu.

Sei que houve um tempo, no passado, em que estes grupos de animadores das celebrações eram devotados cantadores e violeiros, muitas vezes, sob sacrifício, sem uma programação se apresentavam de última hora, com o coração, a boa vontade e os talentos que possuíam. Vi muitos destes atenderem às “suplicas” das equipes de liturgias para esta ou aquela missa. Eles estavam lá dispostos, fazendo a parte deles, mesmo no sacrifício, dando o seu dom para a comunidade.

Agora temos um grupo que prepara, coordena e dá suporte para estes grupos; que estuda; que faz a administração e a gerência dos recursos e os disponibiliza para o embelezamento, a edificação e o louvor nas nossas celebrações.

Nesta entrevista havia um brilho especial no olhar do entrevistado. Um misto de alegria e humildade em manifestar o que batia no seu peito. Falou com carinho e emoção como se falasse de uma aventura por muito tempo desejada e que estava acontecendo. Havia ali o brilho de um dom que ele queria manifestar. Dava, ele, na entrevista razões da sua esperança.

Ouça a entrevista  no programa ”PASTORAIS EM MARCHA”   na sua WEB RADIO. Depois, conte-nos o que você achou. Faça o seu comentário, diga, do seu coração o que pensou.

Estou aguardando por você.

Postado por Dorival Leite em 13/06/2011

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